quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Identidades Teuto e Ítalo no Vale do Rio do Peixe e a Campanha Nacionalista do Estado Novo

Por Frank Marcon 

Este texto foi escrito originalmente como relatório final de pesquisa, oriundo de um projeto de pesquisa de iniciação científica, com o mesmo título, concluído em 1996, na Universidade do Oeste de Santa Catarina. Foi minha primeira experiência com pesquisa, naquela ocasião idealizada e orientada pelo Dr. José Carlos Radin, meu professor durante quatro anos da graduação do curso em História, no período em que vivi em Joaçaba/SC. Além de primeiro orientador no mundo das pesquisas, Radin se tornou um grande amigo e uma referência de carreira acadêmica, que concilia docência e pesquisa com profissionalismo, ética e zelo, no caso dele com larga trajetória dedicada ao tema sobre migração europeia na região sul do país. A provocação incitada por ele no projeto, me instigou a enveredar pelo tema da construção das identidades sociais, das relações tensionadas pelos preconceitos e pela produção de desigualdades étnico-raciais que se desdobraram, no meu caso, em muitas outras pesquisas não necessariamente sobre migrações. 

Retomo o relatório passados mais de vinte anos, por me sentir provocado a refletir sobre as motivações pela qual o fenômeno do conservadorismo nacionalista, expresso nos resultados eleitorais das eleições de 2018, tiveram maior reverberação e impacto no estado de Santa Catarina, principalmente nas cidades pequenas e médias[1] em que a presença de descentes de imigrantes é bastante significativa. Além disto, de lá para cá tem ficado cada vez mais evidente que nestas mesmas localidades avançaram as simpatias e a militância que tomou como símbolos as cores e insígnias oficiais do nacional como forma de fazer política. Junto a isto, se tornou comum e cada vez mais visível e amplificada a defesa de concepções conservadoras em torno de ideais individualistas e de propriedade privada, de valores familiares machistas, de moral cristã e de apego ao autoritarismo militar, não necessariamente enquanto instituição, mas enquanto modelo de disciplina, hierarquia e de ordem moral. 

Durante o Estado Novo, entre 1937 e 1945, o país passou por uma campanha nacionalista intensa, que foi direcionada principalmente para as populações das áreas de imigração. Embora, décadas antes, a imigração europeia para o Brasil tenha sido amplamente estimulada pelos sucessivos governos da união e dos estados e os imigrantes tenham sido vistos positivamente como solução civilizatória e modernizadora para o País, houve um momento em que se tratou o imigrante e seus descendentes como um problema nacional, até mesmo como uma ameaça à soberania. Se desde o século dezenove, a chegada de imigrantes aos milhares possibilitara a constituição de vários núcleos populacionais no interior das regiões sul e sudeste, assim como bairros com predomínio étnico em algumas cidades médias e grandes, o contexto dos anos trinta tensionou certo entendimento sobre a imigração, os imigrantes e seus descendentes no Brasil. A geopolítica global, com o advento da Segunda Guerra Mundial e a intensificação das ideologias nacionalistas pelo mundo também fizeram eco no Brasil e os imigrantes e descendentes foram considerados suspeitos de não aderirem ao compromisso e ao sentimento nacional idealizados como autênticos. 

O que parece bastante paradoxal é que eles se tornam contraditoriamente parte do projeto identitário civilizatório e modernizador (porque imigrantes europeus) e problema cívico-identitário (porque imigrantes europeus) em questão de poucos anos. Talvez isto diga muito a respeito dos efeitos destas experiências sob as famílias imigrantes na primeira metade do século vinte, principalmente nas regiões brasileiras em que se constituíram colônias de origem europeia. Incluir-se e ao mesmo tempo proteger-se, experimentar sua existência em um mundo distinto e a partir de outras tradições e ao mesmo tempo obter reconhecimento e a legitimidade institucional fora um desafio legal e moral para tais pessoas. Estas duas linhas estruturantes do paradoxo parecem ter possibilitado a convergência entre o conservadorismo como apego as tradições e a defesa da propriedade e da família, e o reconhecimento do autoritarismo do estado como ordenador, regulador e legitimador destas existências, mesmo quando impositivo ou violento contra eles próprios. Como se tornar brasileiro, mesmo que imigrante ou descendente, fosse algo que passasse a ser desejado por eles e fizesse parte da construção da legitimidade de estar aí. As campanhas nacionalistas tiveram algum êxito neste sentido. 

O texto original do relatório - cuja versão impressa foi depositada na Biblioteca da Unoesc – e que agora apresento aqui, passou por revisões gramaticais e de linguagem, embora eu tenha procurado reproduzir ao máximo a sua textualidade, como forma de manter o registro sobre um momento específico em que este foi escrito e também pela particularidade da capacidade analítica daquele momento iniciático. Ou seja, não retornei, aqui, as fontes e as análises, o que poderia ser bastante enriquecedor para compreensão do momento em que vivemos e sobre o fenômeno de adesão aos discursos nacionalistas na região, pois isto demandaria também um grande esforço por atualização bibliográfica, novas pesquisas documentais e novas entrevistas, que por muitas questões eu não teria condições de realizar agora. Embora existam várias pesquisas produzidas sobre o tema da campanha nacionalista dos anos 30/40, o objetivo de dar publicidade só agora aos resultados obtidos naquele momento é o de contribuir para provocar e animar outros/as pesquisadores a pensar nas relações e conexões daquele fenômeno com o momento político pelo qual passamos.  

Baixe o texto completo (Clique aqui)

[1] Em Santa Catarina, o candidato do PSL à presidência da república, Jair Messias Bolsonaro, atingiu uma das votações proporcionalmente mais expressivas entre os estados da federação com relação ao seu oponente no segundo turno, foram mais de 75% dos votos válidos; bem como, foi eleito governador pelo mesmo partido, o desconhecido Moisés, que por acaso também carrega nome bíblico e também é militar, embora o primeiro, tenha sido capitão do exército e o segundo seja oriundo do corpo de bombeiros. Sobre a proporcionalidade dos votos por estado ver: https://especiais.gazetadopovo.com.br/eleicoes/2018/resultados/mapa-eleitoral-de-presidente-por-estados-2turno/ Último acesso em 24/11/2020.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Diálogos com os Estudos Culturais: Representações, Identidades e Poder


O livro Diálogos com os Estudos Culturais: Representações e Poder, organizado por Danielle Parfentieff de Noronha e Frank Marcon, conta com trabalhos realizados no âmbito do Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interétnicas – GERTs (CNPq/UFS), criado em 2006.

Todos os artigos apresentados dialogam com o Cultural Studies (Estudos Culturais), marco teórico-metodológico presente em muitas das pesquisas – de graduação, mestrado e doutorado – que foram e são realizadas por participantes do grupo. O leque de textos reunidos no livro aponta para a versatilidade desse campo de estudos, visibilizando a produção de pesquisadores e pesquisadoras que trabalham no marco dos Estudos Culturais latino-americanos ou, mais especificamente, brasileiros, bem como sua importância como ferramenta epistemológica. 

Através das pesquisas percebemos que se trata de uma área do conhecimento que ainda tem muito para aportar quando os temas de pesquisa buscam olhar para problemáticas relacionadas à cultura. O livro é dividido em três partes correlacionadas: Cidades, Juventudes e Estilos de Vidas; Políticas, Memórias e Representações e Gênero, Corpo e Poder. 

O livro finaliza com um posfácio que discorre sobre as contribuições teóricas do Centre for Contemporary Cultural Studies, de Birmingham, Inglaterra, procurando problematizar sobre a importância do enfoque transdisciplinar, os ganhos e percalços na utilização de múltiplas metodologias, bem como sobre como tal abordagem tem sido significativamente revista.

Diálogos com os Estudos Culturais: Representações e Poder pode ser consultado aqui e está disponível para download no site da Editora da UFS.


sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Chile Despertou! A era pinochetísta é finalizada com o resultado de um plebiscito histórico.

Por Wener Brasil (de Santiago - Chile) 

Chile avançou rumo ao novo, deu um passo democrático de muito valor para a história deste país. Após 30 anos vivendo sob a constituição herdada do governo de Augusto Pinochet, e um ano após o Estadillo Social iniciado dia 18 de outubro de 2019, o povo chileno faz história aprovando, com mais de 78% dos votos, o desejo de uma nova constituição.

 

A ainda atual constituição redigida pelo governo Pinochet é a última herança deixada por essa fase. Além disso, também os chilenos e chilenas votaram para que a nova constituição seja redigida desde zero. A convenção constitucional alcançou cerca de 79% dos votos.

 

Um país sufocado pelo neoliberalismo criou um movimento que não é liderado pelas instituições políticas clássicas e sindicatos. A pressão popular vivenciada semanalmente desde 2019 foi quem fez acontecer o então plebiscito. É por isso que nenhuma força política foi acessada pelo povo. Essa foi uma solicitação protagonizada pelos cidadãs e cidadãos do Chile, incluindo os estrangeiros residentes no país por mais de cinco anos.

 

As pautas sociais, econômicas e de cidadania são diversas, entre as que mais se destacam estão a educação, a saúde e a segurança pública, num país no qual os itens de necessidades básicas são privados e caros, como a água e a alimentação. Apesar da economia ser uma das mais sólidas da América do Sul, os chilenos sofrem com educação e saúde seletivas e caras, desiguais e muitas vezes inacessíveis, além de terem uma previdência social comandada por empresas, políticos e banqueiros. É para mudar esse cenário tão desigual que os chilenos e chilenas começaram uma nova caminhada aprovando de forma democrática que seja redigida uma nova constituição que englobe os interesses de todos e todas. O processo constituinte deve ser iniciado do zero - para a conhecida hoja en blanco - e ainda será bastante discutido nos próximos meses, pois o passo seguinte será eleger 155 membros de uma comissão eleita por um novo processo eleitoral previsto para ocorrer dia 11 de abril de 2021.

 

O plebiscito histórico dá margem a reflexão do quanto a presença de uma extrema direita neoliberal calou por três décadas uma nação que sente a repressão firmada em uma constituição nada favorável, nem aprovada pelo povo. Entretanto, apesar de haver acontecido reformas, a atual constituição chilena não passou pelo crivo público, fazendo assim favorecimentos ainda mais amarrados, beneficiando empresas e uma pequena parcela da sociedade.

 

Ver um povo vivenciando um sentimento de liberdade é emocionante e também compreensível diante da explosão social que há vivido no último ano. Um povo que sofre, seja da capital, das zonas periféricas, do povo Mapuche, do norte ao sul, que veem seus direitos serem silenciados, sem força, baixando guarda por uma repressão pinóchetísta. O grito “Chile despertó” é a prova de um reconhecimento do poder de um povo vítima de um governo ditatorial.

 

Foto 2: @sebaoos - Sebastián Ojeda S.

Para os passos seguintes a sociedade tratará de conhecer e apontar os candidatos que querem que redijam a nova constituição. E esse pleito já começou com as falas de vereadores e vereadoras, prefeitos e prefeitas, partidos políticos que querem escrever na história do país seus interesses. Os civis também poderão participar seja vinculado a um partido ou não. A paridade de gênero será fundamental para a composição da constituinte que será formada. A partir de agora o Chile mostra que tudo está em aberto e que as forças políticas e populares terão que se organizar e demonstrar um esforço para conquistar os direitos exigidos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

Juventudes e desigualdades sociais em tempos de crise e de radicalização política

Mesa Redonda realizada no âmbito do III Seminário Nacional de Sociologia da UFS



Prof. Dr. Carles Feixa  (Universitat Pompeu Fabra – Barcelona/Espanha),  
Prof. Dra. Alcinda Howana  (London School of Economics and Political Sciences – Londres /UK)
Prof. Dra. Mariana Chaves (Universidad Nacional de La Plata – La Plata/Argentina) 
Mediador:  Prof. Dr. Frank Marcon  (PPGS – Universidade Federal de Sergipe)  

A proposta desta mesa é trazermos diferentes reflexões que consideramos urgentes sobre o tema juventudes no presente, levando em conta o fenômeno mais geral da radicalização política, do avanço dos liberalismos nacionalistas, do aumento das desigualdades sociais e dos efeitos da crise provocada pela pandemia SARS-COVID, que tem afetado particularmente a vida das e dos jovens e suas possibilidades de construção de autonomia social e suas relações intergeracionais. Os três convidados falam a partir de lugares e sociedades bastante distintos, especificamente a partir de olhares sobre Europa, África e América Latina, embora com um amplo trabalho que os conecta em torno de questões, como: as culturas juvenis, as desigualdades e vulnerabilidades sociais, as violências, a moratória social vivenciada pelas juventudes, as agências políticas e as relações intergeracionais. O objetivo é promover o encontro e o debate entre as reflexões atuais destes autores e a contribuição de seus estudos para as Ciências Sociais. 

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Processos de Identificação e Desigualdades nas Relações Étnico-Raciais, Intergeracionais e de Gênero

Sessão 01 - GT 03 (no Seminário Nacional de Sociologia da UFS) 

Sessão 02 - GT 03 (no Seminário Nacional de Sociologia da UFS)

Sessão 03 - GT 03 (no Seminário Nacional de Sociologia da UFS)

Sessão 04 - GT 03 (no Seminário Nacional de Sociologia da UFS)

(Acesse os links acima para acesso as gravações das sessões do GT). 

Desde o ano de 2016, com as mudanças políticas em vários país es e a ascensão de movimentos conservadores extremistas, que culminaram nas eleições brasileiras de 2018, vivemos uma série de retrocessos no que se refere às políticas, às práticas sociais e aos discursos promotores da igualdade, do respeito à diferença e dos direitos humanos, que afeta diferentes segmentos sociais, bem como o reconhecimento de suas existências e as diferentes formas de identificação social e de grupos étnicoraciais, de gênero e de idade, por exemplo. Ao mesmo tempo, emergem discursos e práticas identitárias com ênfases nacionalistas, que rotulam e desqualificam a pluralidade das identidades sociais, sua luta por reconhecimento, por participação social e por redistribuição. Neste sentido, atualmente, não apenas alguns segmentos sociais, mas também certos governos têm contribuído para o fenômeno de disputas em torno das perspectivas de identificação, buscando o esvaziamento e a aniquilação dos sentidos políticos, das solidariedades coletivas e dos simbolismos socialmente constituídos, a partir das relações de poder que provocam preconceitos, hierarquização, exclusão e desigualdades sociais. Pensando nesta reconfiguração das tensões identitárias nos últimos anos, pretendemos acolher neste GT trabalhos com diferentes recortes empíricos e propostas metodológicas que investiguem o tema dos processos identitários, especialmente aqueles que busquem avançar nas análises de compreensão deste fenômeno a partir do modo como são afetadas as relações étnico-raciais, intergeracionais e de gênero, incluindo aí suas interseccionalidades, e reflitam sobre como se aprofundam as desigualdades e as exclusões sociais nos últimos anos, como também trabalhos que visibilizem alternativas e experiências que se tencionam contra este fenômeno excludente.


 

Prof. Dr. Frank Marcon (PPGS/GERTs)

Prof. Dra. Danielle de Noronha (DCOS/GERTs)

Coordenadores do GT

terça-feira, 15 de setembro de 2020

ESTUDOS SOBRE JUVENTUDES

 



GRUPO DE TRABALHO SOBRE JUVENTUDES

 

Supervisão: Dr. Frank Nilton Marcon.

 

 

Coordenação:

Msc. Mateus Antonio de Almeida Neto

Msc. João Víctor Pinto Santana

 

 

Sessão 1: Considerando a clássica teoria sobre os estudos subculturais, a sessão 1 (intitulada: “Práticas e representações juvenis”) visa debater sobre as agências estetizadas que se verificam nas novas formas de protagonismo juvenil, como é o caso dos ativismos e protestos sociais que partem de um processo de socialização no universo digital. Portanto, entender as formas de acionamento, estetização, mobilização, sentidos de resistência e reivindicação se tornam essenciais nesse contexto.

 

Sessão 2: Buscando compreender o conceito de geração nas teorias sobre juventudes, bem como debater sobre o problema da juventude na sociedade moderna, a sessão 2 (sob o título: “Geração nas teorias sobre juventudes”) parte da premissa de que é necessário um aprofundamento acerca da teorização sobre os estudos geracionais na sociologia das juventudes.

 

Sessão 3: Tendo o objetivo de refletir sobre as diversas formas de precarização, nas esferas: simbólica, econômica e social, que envolvem a juventude contemporânea é importante dimensionar as facetas do fenômeno social denominado de: “juvenicídio moral”, bem como suas causas e efeitos na realidade prática e no estilo de vida dos jovens. 

Sessão 4: Sabe-se que a relação entre juventude e políticas públicas é um pilar fundamental na compreensão sociológica das juventudes. Por este motivo, a sessão 4 visa debater sobre as concepções sociológicas de juventude com a perspectiva de problematizar o alcance e efetividade de políticas de/para/com a(s) juventude(s), assim como a questionar a visão “romatizada” e, ao mesmo tempo, pejorativa, da relação entre juventude e política.

 

Roda de conversa: Na tentativa de proporcionar uma maior aproximação entre o espaço acadêmico (pós-graduação e graduação) e a comunidade, a proposta do GT Juventudes é realizar uma roda de conversa para debater o tema “Juventudes em tempos de pandemia e o universo digital”, por ser uma temática atual e que proporciona um olhar reflexivo sobre a juventude nesse contexto social de pandemia do coronavírus (covid-19). A pretensão dessa roda de conversa, portanto, é concluir o ciclo de debates teóricos com uma troca de experiência a partir das práticas dos jovens durante esse contexto de precarização social, ineficácia de políticas públicas e protagonismo social da juventude.

 

 

BIBLIOGRAFIA

·         Sessão 1 – Tema: “Práticas e representações juvenis”  (25/08/2020)

 

 

CLARKE, John. Estilo. In: HALL, Stuart; Jefferson , Tony (Eds.). Rituales de resistencia: subcultruas juveniles en la Gran Bretaña de postguerra. Primeira edición de Traficantes de Sueños. Traducción: A. Nicolás Miranda; Rodrigo O. Ottonello; Fernando Palazzolo. Madrid: Gráfica Lizara, 2014. pp. 271-291. 

 

MARCON, F. Agências Estetizadas, Geração Digital, Ativismos e Protestos no Brasil. In: PONTO URBE, v. 23, p. 1-19, 2018. 

 

 

·         Sessão 2 – Tema: “Geração nas teorias sobre juventudes” (29/09/2020)

 

MANNHEIM, Karl. O problema da juventude na sociedade moderna. In: Org. BRITO de, Sulamita. Sociologia da juventude, 1: da Europa de Marx à América Latina de hoje. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1968.  

 

FEIXA, Carles e LECCARDI, Carmem. O conceito de geração nas teorias sobre juventude. In: Revista Sociedade e Estadovolume 25, número 2 Maio / Agosto, 2010.  



·         Sessão 3 – Tema: “Juventudes e precariedades” (27/10/2020)

 

MARCON, F. Juventudes, precariedades e estetização: mobilidades, formas de trabalho e estilos de vida. In: MARCON, F.; NORONHA, D. P. D. Juventudes & Movimentos. Aracaju: Criação, 2018. p. 335-353

STRECKER, T.; BALLESTÉ, E.; FEIXA, C. El juvenicídio moral en España: antecedentes del concepto causas y efectos. In: CABASÉS, M. À.; PARDELL, A.; FEIXA, C. Jóvenes, trabajo y futuro. Valencia: Tirant Lo Blanch, 2018. p. 430-460.

 

 

·         Sessão 4 – Tema: “Juventudes e Políticas” (24/11/2020)

 

GROPPO, L. A. Juventudes e políticas públicas: comentários sobre as concepções sociológicas de juventude. Desidades: Revista eletrônica de divulgação científica da infância e juventude, Rio de Janeiro, N. 14. ano 5. Mar. 2017. Disponivel em: <https://revistas.ufrj.br/index.php/desidades/article/view/9574>. Acesso em: 15 Jun 2018.

AUGUSTO, Nuno Miguel. A juventude e a(s) política(s): Desinstitucionalização e individualização. Revista Crítica de Ciências Sociais, 81, 2012, Disponível em: <http://journals.openedition.org/rccs/658>.

 

 

Roda de conversa

·         Em novembro (data a confirmar) – realização de uma roda de conversa sobre o tema “Juventudes em tempos de pandemia e o universo digital”.

 


segunda-feira, 7 de setembro de 2020

Roda de Conversa sobre Relações Étnico-Raciais e a Pandemia: Enfrentamentos e Desafios

 



O evento ‘Relações Étnico-Raciais e a Pandemia: Enfrentamentos e Desafios’ é uma iniciativa do grupo de trabalho Relações Étnico-Raciais, vinculado ao Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interétnicas - GERTs, da Universidade Federal de Sergipe. Neste eixo, temos discutidos as muitas interfaces das Relações Étnico-Raciais, pensando suas relações com a educação, com o território, com a saúde e a cultura. Nas discussões mantidas pelo grupo, decidimos elaborar algumas atividades onde pudéssemos partilhar com um grupo maior de pessoas alguns pontos que tem se apresentado como pauta da agenda pública e social, tais como a Pandemia da Covid – 19 que alterou a vidas de todas as pessoas em suas diversas ordens e níveis. Estamos dispostos a debater, em formato de roda de conversa, como a Pandemia e os efeitos da Covid – 19 tem influenciado e interpelado as Relações Étnico-Raciais.

Datas: 10/09 e 24/09  (Quintas-feiras) - às 15h

Programação:

10/09 – Saúde Mental na Pandemia: Impactos na População Negra

Convidadas: Thais Cardoso Araujo; Jouse Mara Ferreira Santos

Mediação: Yérsia Souza de Assis

24/09 – Comunidades Indígenas e a Pandemia: enfrentamentos, desafios e perspectivas

Convidadas: Rosi Waikon; Joziléia Daniza Jagso Kaingang

Mediação:  Diogo Francisco Cruz Monteiro


Participantes

Thais Cardoso Araujo é Téc. De Enfermagem intensivista( adulto e neonatal) há  20 anos/ Psicóloga clinica e social há  4 anos, Psicóloga voluntária  no MOPS ( Movimento Popular de Saúde), e mestranda em Antropologia pela UFS  e membra do Grupo Escrevivência da UFS.

Jouse Mara Ferreira Santos é Psicóloga e Ìyálòrìsà. Graduada pela Faculdade Pio Décimo. Aracaju/SE. Graduada em Naturopatia pelo Centro de Estudios Técnico Profesional y Formación Universitária de Sevilla/Espanha. Graduanda em Formação Pedagógica. Pós-graduada em Biofeedback com especialização em Neuroelectrofisiologia e Bioressonância pela Universitatea de Medicina si Farmacie Victor Babes Din Timisoara. Especialista em Direitos Infanto-Juvenis no Ambiente Escolar (Escola que Protege) pela Universidade Federal de Sergipe (UFS/CESAD). Técnica no Centro de Aperfeiçoamento e Formação Continuada da Educação (CEAFE/SEMED).

Yérsia Souza de Assis é Graduada em Ciências Sociais Bacharelado pela Universidade Federal de Sergipe Mestre pelo Núcleo de Pesquisa e Pós Graduação em Antropologia Social pela Universidade Federal de Sergipe; Doutoranda em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina; Realizou Doutorado Sanduíche na Universidade Agostinho Neto em 2017 (CAPES/AULP). .Atuou como pesquisadora Voluntária no projeto de parceria INCRA e NEAB -Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros, de nome: "Reconhecimento e Mapeamento de Comunidades Negras Rurais em Sergipe". Atuou como pesquisadora voluntária no projeto "Territórios de Axé - Mapeamentos dos terreiros da Grande Florianópolis". Membro do GERTS - Grupo de Estudos Culturas Relações Inter-étnicas e Identidades/ UFS; Membro do NEABí/UFS - Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas/UFS. Membro do NUER - Núcleo de Identidades e Relações Interétnicas/UFSC.

Rosi Waikon é Doutoranda em Antropologia Social na Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Possui mestrado em Antropologia Social pela Universidade Federal do Amazonas (2013). Graduação em Licenciatura em Educação Infantil e Ensino Fundamental pela Universidade do Estado do Amazonas (2008), Graduação em Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Amazonas (2012) Tem experiência na área de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: conhecimento indígena, reconto, fortalecimento das organizações e gestão.

Joziléia Daniza Jagso Kaingang é Doutoranda em Antropologia Social - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC. Mestra em Antropologia Social - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (2016). Coordenadora pedagógica da Licenciatura Intercultural Indígena - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC (atual). Especialista em Educação de Jovens e Adultos Profissionalizantes - Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2012). Graduada em Geografia - Universidade Comunitária da Região de Chapecó - Unochapecó (2010). Experiência na área de Antropologia Social, com ênfase em interdisciplinar, nos temas: Mulheres indígenas, artes e língua indígena, saúde e sexualidade indígena e universidade

Diogo Francisco Cruz Monteiro é Doutorando em Antropologia pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade Federal da Paraíba (PPGA-UFPB), possui graduação em História pela Universidade Federal de Sergipe (UFS) e em Pedagogia pelo Centro Universitário Braz Cubas; é mestre em Antropologia Social pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia (PPGA) da UFS. Atua com pesquisas nos seguintes temas: livro didático, ensino de História, imagens e representações sobre indígenas, Historia indígena e do indigenismo. Professor colaborador dos cursos de Licenciatura Plena em História e em Pedagogia do Instituto de Formação e Educação Teológica (IFETE), onde leciona as disciplinas Antropologia Cultural, Antropologia da Educação, Teorias da História e Prática Curricular em Ensino de História. Professor Adjunto da Faculdade Pio Décimo, onde leciona as disciplinas Sociedade e Desenvolvimento Rural e Fundamentos sócio-antropológicos aplicados ao Direito. Compõe o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - BASis INEP/MEC, avaliando a autorização de cursos de graduação. Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe. Diretor da Associação Nacional de História, seção Sergipe (ANPUH-SE), nas gestões 2015-2016/2016-2018. Membro do Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interétnicas (GERTS-UFS), do Grupo de Trabalho Os Índios na História (ANPUH-BR) e do grupo de pesquisa LAPA - Laboratório de Antropologia, Política e Comunicação, da UFPB.


terça-feira, 4 de agosto de 2020

Rodas de Conversa: “Gênero e trabalho no contexto do isolamento - Problemáticas e Alternativas”



O evento ‘Gênero e trabalho no contexto do isolamento’ é uma iniciativa do GT Estudos de Gênero, vinculado ao Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interétnicas - GERTs, da Universidade Federal de Sergipe. Este evento nasceu a partir de nossas próprias experiências vivenciadas com o início do isolamento causado pela pandemia do Covid-19, e se desenvolveu nos diálogos que traçamos em nossos encontros virtuais nos últimos meses. Ao mesmo tempo que busca somar-se aos esforços que estão sendo realizados em diferentes âmbitos sociais para visibilizar as dificuldades que envolvem esta relação entre gênero e trabalho no contexto da quarentena, também visa compartilhar e ampliar o laço de união entre as mulheres, abrindo espaço para diferentes realidades e atentas às interseccionalidades com marcadores sociais como raça, classe e sexualidade que vão se traduzir de formas distintas nas vidas práticas de cada mulher.


Datas: Terças (11, 18, 25 de agosto, 1 e 8 de setembro) 


Horário: 16h às 18h


Inscrições: https://bit.ly/inscricao_generoetrabalho


Apoio: Observatório da Democracia (UFS) e Grupo Estudos Decolonais (UNIT).


Para dúvidas, entre em contato através do e-mail: gtestudosdegenero@gmail.com


Programação:


11 de agosto - Roda de Conversa sobre Trabalho Docente
Mediadora: Lídia Matos
Participantes: Fernanda Xavier Maia, Mara Raissa Santos Silva e Freitas, Mayara Nascimento e Mayra Ébano


18 de agosto - Roda de Conversa sobre Maternidade
Mediadora: Danielle de Noronha

Participantes: Luciana Oliveira, Manoela Veloso e Mélanie Létocart


25 de agosto - Roda de Conversa sobre Raça e Comunidades Tradicionais

Mediadora: Ana Nobre
Participantes: Claudeane Bispo, Elienaide Flores, Geonísia Dias, Karine Santos e Yérsia de Assis


01 de setembro - Roda de Conversa sobre Trabalhadoras Domésticas
Mediadora: Maria Teresa
Participantes: Fernanda Amorim Accorsi, Quitéria Santos e Maria Vera de Almeida Nunes


08 de setembro - Roda de Conversa sobre Mulheres Trans

Mediadora: Ana Paula
Participantes: Adriana Lohanna, Jessica Taylor e Linda Brasil 


Sobre as participantes das rodas:


Roda de Conversa sobre Trabalho Docente Lídia Matos, mestra em Antropologia, professora de Sociologia, produtora de conteúdo digital. (@vidadeeducadora). Fernanda Xavier Maia possui licenciatura em Letras Português (Unimontes) e mestrado em Estudos Literários (PPGEL- Unimontes); Atualmente é professora de Língua Portuguesa na educação básica na zona rural de Diamantina- MG da rede pública; também desenvolve projetos com ilustração, cinema e literatura. Mayara Silva Nascimento, cientista social, mestra e doutora em Sociologia pela Universidade Federal de Sergipe. Socióloga pelo Ministério Público do Trabalho. Participante do Laboratório de Estudos do Poder e da Política - UFS. Docente no Centro Universitário UNIAGES. Mayra Ébano, professora de Filosofia, especialista em Didática e Metodologia do Ensino Superior e em Gestão Escolar e militante da Unegro Sergipe. Mara Raissa Santos Silva e Freitas possui graduação em Ciências Sociais (UFS) e mestrado em Sociologia (PPGS- UFS). Atualmente é professora na educação básica na rede privada de ensino. Faz parte do Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interétnicas (GERTs/ UFS). Roda de Conversa sobre Maternidade Danielle de Noronha é mãe de Camilo, jornalista, antropóloga e professora do curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal de Sergipe. É doutora em Mídia, Comunicação e Cultura e mestra em Antropologia. Entre seus temas de pesquisas estão cinema, imagem, gênero, feminismo e decolonialidade. Desenvolveu uma pesquisa sobre maternidades nas rodas de conversa do projeto Parir - Parto Domiciliar Planejado no Vale do Capão (BA). Luciana Oliveira é mãe e cineasta e acredita na construção de um mundo melhor através do cinema, construindo imagens que possa ser um espelho mais representativo para sua filha e os filhos dos outros no futuro. Ver o cinema de forma circular e coletiva, em que a escuta e o respeito é presente no diálogo entre diretores e demais funções da equipe, em que todos são autores alí trabalhando como em uma orquestra, regida por uma direção que nutre a escuta e a liderança. É mestra em Cinema e Narrativa Sociais pela Universidade Federal de Sergipe, pesquisa o Cinema Negro no Feminino e as políticas da coletividade nesses filmes. É co-idealizadora da EGBE - Mostra de Cinema Negro de Sergipe. Cineclubista no Cineclube Itinerante Candeeiro e sócia na Rolimã Filmes. Manoela Veloso se tornou mãe em 2016 e desde antes trabalha em diversas funções do audiovisual (direção, produção, edição), e mesmo em áreas diferentes, tais como cinema e publicidade. Hoje é sócia na produtora Rolimã Filmes e acredita em construção de um mundo novo com uma democratização dos meios de produção de imagens e significados. Com a maternidade redescobriu na pele as opressões sobre a mulher, e assume por ela e por Olga sua parte nesse processo de redesenhar o passado e o futuro através do presente. Mélanie Létocart, mãe de três filhos, professora da UFS, tem doutorado em Estudos literários (EZLN-Literatura indigenista mexicana) e é membro dos grupos de pesquisa: CELLAM (Universidade de Rennes 2) e Dinterlin (UFS). Temas atuais de pesquisa: literatura hispano-americana, feminismos, maternidades, Gioconda Belli. Roda de Conversa sobre Raça e Comunidades Tradicionais Erna Barros é doutora em Sociologia pela Universidade Federal de Sergipe (UFS), Mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), e graduada em jornalismo pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Faz parte do Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interétnicas - GERTs (UFS).


Claudeane Bispo, quilombola do quilombo Brejão dos Negros/SE e sócia na associação Santa Cruz. Esta à caminho da formação em pedagogia. Integrante regional da Diocese de Propriá (Caritas). Catequista, militante, artesã, professora agricultora, agente de turismo de base comunitária, integrante do grupo de dança Batuqê Dance Aye e super dotada na culinária. Elienaide Flores é educadora popular, catadora de mangaba, militante e marisqueira desde sempre. Geonísia Dias é mulher, mãe, avó, marisqueira, do Movimento de Marisqueiras de Sergipe, conselheira do Peac e membra do Conselho Municipal de Saúde de Estância.


Karine Santos foi presidenta da Associação de Mulheres da comunidade por dois mandatos, fez parte do projeto GATI (Gestão Ambiental Territorial Indígena) e fez o curso da PNGATI o qual abriu sua a mente para o movimento indígena. Yérsia de Assis faz parte do Samba de Aboio/Aguada/Sergipe; Ekédjí no Ilê Axé Omin Mafé. Doutoranda em Antropologia pela UFSC/PPGAS/NUER. Participa da Rede Kadila - culturas e ambientes/Brasil e Angola; Integrante da Ong Casa de Mar/Sergipe e do Coletivo de Estudantes Negras e Negros Beatriz Nascimento/UFS. Vinculada ao NEABÍ/UFS; GERTS/UFS. Integra a Sociedade Omolaàiyé/Sergipe. Roda de Conversa sobre Trabalhadoras Domésticas Maria Teresa Ruas é mestra em Ciência Política pela Universidade de Brasília (UnB) e doutoranda pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Fernanda Amorim Accorsi é professora do Departamento de Educação (DEDI), do Campus Alberto Carvalho, da Universidade Federal de Sergipe (UFS). Coordenadora do Grupo de Pesquisas e Estudos em Práticas Educativas, Corpo e Ambiente (PEPECA). Doutora e mestra em Educação. Especialista em Comunicação e Educação. Jornalista e Pedagoga. Quitéria Santos, vice-presidenta do Sindicato das Trabalhadoras e Trabalhadores Domésticos do Estado de Sergipe, faz parte da direção da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas e da direção da Cut, militante da Marcha Mundial das Mulheres e do PT. Maria Vera de Almeida Nunes, conhecida como Dona Vera, é trabalhadora doméstica. Roda de Conversa sobre Mulheres Trans Ana Paula O. Barros é professora de Artes da rede estadual de Sergipe, mestre em Antropologia e doutoranda em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense. Entre seus temas de pesquisa estão, corpo, imagem, sexualidade e gênero. Adriana Lohanna dos Santos é ativista LGBTQI+, mestra em Educação (PPGED/UFS), professora licenciada em Letras e assistente social. Referência Técnica em Políticas Públicas para população LGBTQI+ - SEAS /SE. Pesquisadora na Área de Gênero e Diversidade Sexual, especialista em Coordenação Pedagógica e especialista em Gênero e Sexualidade na Educação. É pesquisadora do Grupo de Pesquisa Educação, Cultura e Subjetividades - GPECS - UFS. Jessica Taylor é presidenta da UNIDAS e pós-graduando em gênero e sexualidade na educação pela UFBA. Linda Brasil, mestra em educação e militante feminista, LGBTQIA+ e transfeminista.


Enquanto a Pandemia Rola: "Gênero, pandemia e o impacto cotidiano sobre as mulheres"



Na próxima sexta, dia 7 de agosto, das 15h às 17h, o Observatório da Democracia da UFS, em parceria com o Grupo de Estudos Culturais, Identidades e Relações Interéticas (GERTs/UFS) e com o Grupo de Estudos Decoloniais (UNIT), realiza mais uma edição do evento online Enquanto a Pandemia Rola, com o tema “Gênero, pandemia e o impacto cotidiano sobre as mulheres”.

A mesa contará com a participação das professoras Dra. Yara Frateschi (IFCH/Unicamp) e Dra. Patrícia Rosalba (PPGA/UFS), da psicóloga e pesquisadora Taynã Querino e mediação da professora Dra. Danielle Parfentieff de Noronha (DCOS/UFS).

As inscrições podem ser realizadas via Sigaa/UFS

terça-feira, 30 de junho de 2020

Enquanto a Pandemia Rola

Enquanto a Pandemia Rola é uma atividade semanal do Observatório da Democracia - UFS. Ouça a sessão: Impactos nas Comunidades Tradicionais Quilombolas, gravada em 26/06/2020, com Dany Xocó, João Victor Pankararu, Wellington Quilombola e Wellington Bomfim.


Para Acesso no Youtube